Domingo, 9h58. Uma família procura quatro lugares juntos, o ministério de música começa o canto de entrada um tom acima, uma criança pergunta bem alto se está acabando. Milhões de católicos vivem essa cena toda semana, na capelinha do bairro ou na catedral. E, para combinar pelo WhatsApp, não existe nenhum emoji missa.
A própria palavra tem uma história curiosa. Vem da frase que encerrava a celebração em latim, Ite, missa est: “Ide, é o envio”. A missa recebe o nome da sua saída, o que diz muito. A gente vai para ouvir a Palavra e receber o pão da Eucaristia, e depois é enviado de volta para a vida, levando o que recebeu. No meio, há o sininho 🔔 que o coroinha toca na consagração, aquele silêncio em que até os bebês parecem prender a respiração.
O teclado oferece 🍞 e 🍷, que lembram mais um piquenique, e ⛪, que mostra o prédio mas não o que acontece lá dentro. Falta o essencial: um cálice e uma hóstia elevados sobre o altar, duas mãos abertas para receber a comunhão, um relógio na torre da igreja dizendo “guardo um lugar para você”. Mãos à obra: o formulário está logo abaixo.
Amen
!por AI Generator
Amen
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